Santa Conspiracão

Santo Graal (ou Sangreal) é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia. No entanto, há várias interpretaçoes, ele designa a descendência de Jesus (o sangraal ou sangue real), segundo a lenda, ligada à dinastia Merovíngia. Finalmente, também há uma interpretação em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus e sua herdeira na condução da nova religião. Esta última ideia foi explorada recentemente pelo livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.
A lenda do Cálice Sagrado
Segundo a lenda, José de Arimatéia teria recolhido no cálice, usado na Última Ceia, o sangue que jorrou de Cristo quando ele recebeu o golpe de misericórdia, dado pelo soldado romano Longinus, usando uma lança, depois da crucificação. O Cálice permaneceu perdido durante muito tempo, embora haja controvérsias se o que é reconhecido hoje pela Igreja seja o verdadeiro ou apenas uma imitação.
Noutra versão da lenda, teria sido a própria Maria Madalena, segundo a Bíblia a única mulher além de Maria (a mãe de Jesus) presente na crucificação de Jesus, que teria ficado com a guarda do cálice e o teria levado para a França, onde passou o resto de sua vida.
Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeição. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de Artur em Inglaterra, e da busca que os cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtê-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos cristãos e pagãos relacionados com a cultura celta.
A presença do Graal em Inglaterra é justificada por ter sido José de Arimatéia o fundador da Igreja inglesa, para onde foi ao sair da Palestina.
Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem do Templo, também conhecida como Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, instituição militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa
A lenda do Cálice Sagrado
Segundo a lenda, José de Arimatéia teria recolhido no cálice, usado na Última Ceia, o sangue que jorrou de Cristo quando ele recebeu o golpe de misericórdia, dado pelo soldado romano Longinus, usando uma lança, depois da crucificação. O Cálice permaneceu perdido durante muito tempo, embora haja controvérsias se o que é reconhecido hoje pela Igreja seja o verdadeiro ou apenas uma imitação.
Noutra versão da lenda, teria sido a própria Maria Madalena, segundo a Bíblia a única mulher além de Maria (a mãe de Jesus) presente na crucificação de Jesus, que teria ficado com a guarda do cálice e o teria levado para a França, onde passou o resto de sua vida.
Na literatura medieval, a procura do Graal representava a tentativa por parte do cavaleiro de alcançar a perfeição. Em torno dele criou-se um complexo conjunto de histórias relacionadas com o reinado de Artur em Inglaterra, e da busca que os cavaleiros da Távola Redonda fizeram para obtê-lo e devolver a paz ao reino. Nas histórias misturam-se elementos cristãos e pagãos relacionados com a cultura celta.
A presença do Graal em Inglaterra é justificada por ter sido José de Arimatéia o fundador da Igreja inglesa, para onde foi ao sair da Palestina.
Segundo algumas histórias, o Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem do Templo, também conhecida como Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, instituição militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa
O Santo Graal e "O Código Da Vinci"
O livro de Dan Brown ‘Código Da Vinci’ é centralizado na famosa pintura de
Leonardo da Vinci “A Última Ceia”.

O livro diz que a pessoa sentada do lado direito de Jesus não é o apóstolo João, como é sabido, mas Maria Madalena, que era casada com Jesus e estava á espera de um filho dele. Depois da crucificação Maria supostamente fugiu para Gaul para ter o seu bebê dando continuidade à descendência de Jesus.
O Santo Graal (portador do sangue de Jesus) na verdade não é um cálice, mas sim a própria Madalena.
Supostamente, Leonardo era um membro do Convento do Sião, um grupo dedicado à proteção do segredo do Santo Graal através dos tempos.
Como podemos imaginar houve fortes críticas à interpretação do livro “A Última Ceia” e alguns dizem que isso não passa de uma fantasia.
O conceito mais popular do Graal é a descrição de um cálice, o qual Jesus Cristo teria usado na Última Ceia e José de Arimatéia teria recolhido Seu sangue, escorrido da chaga aberta pelo centurião Longinus durante sua crucificação. O sangue fora recolhido quando este preparava o Seu corpo para o enterro, após a Sua crucificação no Calvário.
O cálice em que Jesus teria bebido é um mistério muito maior do que uma simples leitura de que romances medievais possam revelar. Terá realmente existido? Resistiu ao tempo? Quem eram os seus guardiões? Estas e muitas outras questões não podemos, mas queremos e procuramos um dia responder. Esta é a nossa missão...
Enfim, esteja com quem estiver, ou onde estiver, o Graal somente poderá ter algum poder, ou simplesmente algum significado se quem o detiver tenha fé suficiente para compreender o que aquela peça representa para os homens seguidores de Cristo.
1 Comments:
At segunda-feira, 26 junho, 2006,
Angelnanda said…
Apesar de ter gostado do teu blog..gostei especialmente deste texto...pois acho sem duvida alguma..k o Santo Graal..é sem duvida o ventre de Maria Madalena!
Jokinhas
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