O regresso...
Há muito tempo que não escrevia aqui.
E verifiquei que até escrevia umas coisas de jeito. E que até tinha saudades de as escrever.
Estar de volta poderá então ser o tema de regresso. Parece-me um bom tema.
Vejamos.
Estar de volta pode ser bom. Pode ser nostálgico. Doce. Pode fazer reviver um passado que descobrimos de repente fazer-nos falta, naquele preciso instante em que por breves segundos o recuperamos inconscientemente das profundezas do nosso cérebro momentaneamente enganado pelo hábito.
Podemos regressar àquele sítio que fez parte da nossa vida durante algum tempo, mas que de todas as vezes que regressamos mentalmente nos preparamos para abandonar pela derradeira vez, pensando que desta é que é desta vez não vamos voltar nunca mais.
Também podemos regressar quando pensávamos que isso nunca mais ia acontecer ou que seria difícil acontecer o que no caso de umas férias de sonho pode ser empolgante, por exemplo.
Pode ser uma desilusão ... ou uma nostalgia.
Podemos voltar ao colo da nossa mãe, quando já temos idade para ser pais. E descobrir que ele continua exactamente do mesmo formato, com o mesmo cheiro e do mesmo tamanho do que quando éramos pequenos.
Podemos ainda voltar a reviver coisas que queríamos esquecidas para sempre. E isso pode ser uma catase temida mas necessária. Especialmente se descobrirmos que o que nos metia tanto medo e nos causava tanto sofrimento era criado apenas pela arte brutalmente imaginativa que a nossa memória tem para recriar o passado.
Podemos voltar a casa depois de mais uma aventura, depois da qual tinhamos saído em busca de uma mudança radical de vida ou vir a descobrir que a vida que desejámos e nunca tivemos afinal não era assim tão especial como isso.
Enfim, voltar é em geral bom...
É bom voltar.
E verifiquei que até escrevia umas coisas de jeito. E que até tinha saudades de as escrever.
Estar de volta poderá então ser o tema de regresso. Parece-me um bom tema.
Vejamos.
Estar de volta pode ser bom. Pode ser nostálgico. Doce. Pode fazer reviver um passado que descobrimos de repente fazer-nos falta, naquele preciso instante em que por breves segundos o recuperamos inconscientemente das profundezas do nosso cérebro momentaneamente enganado pelo hábito.
Podemos regressar àquele sítio que fez parte da nossa vida durante algum tempo, mas que de todas as vezes que regressamos mentalmente nos preparamos para abandonar pela derradeira vez, pensando que desta é que é desta vez não vamos voltar nunca mais.
Também podemos regressar quando pensávamos que isso nunca mais ia acontecer ou que seria difícil acontecer o que no caso de umas férias de sonho pode ser empolgante, por exemplo.
Pode ser uma desilusão ... ou uma nostalgia.
Podemos voltar ao colo da nossa mãe, quando já temos idade para ser pais. E descobrir que ele continua exactamente do mesmo formato, com o mesmo cheiro e do mesmo tamanho do que quando éramos pequenos.
Podemos ainda voltar a reviver coisas que queríamos esquecidas para sempre. E isso pode ser uma catase temida mas necessária. Especialmente se descobrirmos que o que nos metia tanto medo e nos causava tanto sofrimento era criado apenas pela arte brutalmente imaginativa que a nossa memória tem para recriar o passado.
Podemos voltar a casa depois de mais uma aventura, depois da qual tinhamos saído em busca de uma mudança radical de vida ou vir a descobrir que a vida que desejámos e nunca tivemos afinal não era assim tão especial como isso.
Enfim, voltar é em geral bom...
É bom voltar.
Dolce far niente!!!
1 Comments:
At terça-feira, 17 outubro, 2006,
Rick del Mirador de Las Dunas said…
Bem vindo!!!
É sempre bom ler o que escreves e deste texto gostei particularmente.
Tenho a certeza, pelo que já li, que nesta nova fase da tua vida continuarás a escrever com a paixão e a alegria que te caracteriza, em tudo o fazes.
Força e vai em frente!
Madelia
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