Teoria da Conspiração

28.4.06

Salazarismo monárquico


Salazar seria ou não uma pessoa de convicções monárquicas?

Quando houve conhecimento em Lisboa da morte de D. Manuel II, Salazar em conversa depois de almoço, com Garcia Pulido, seu amigo e antigo companheiro em Coimbra, moustrou-se abalado pela notícia e ao levantar-se da mesa , teve a seguinte frase
- Agora é que eu não sei como é!
Salazar era um homem coerente. Sendo monárquico, tinha a consciência de que, se ocupasse o lugar de Chefe do Estado, usurparia uma função que de Direito não lhe pode pertencer. Como Presidente do Conselho está à vontade, da mesma forma que o estaria como primeiro-ministro numa monarquia, à direita do seu rei.
Salazar, definiu um dia a Monarquia, não como um regime, mas como uma instituição que pode existir em regimes diferentes
Poder-se-ia admitir que Salazar fosse monárquico até por inclinação sentimental, mas estava, como político, ligado às circunstâncias.

O Estado Novo foi muito melhor que o regime anterior - e muitíssimo melhor que o actual.

Pois foi, Salazar pode ter pensado que um regime monárquico podia ser uma possibilidade de sucessão do regime. Mas, depois, ter-se-á convencido do contrário. D. Duarte Nuno era de uma extrema simplicidade, mas pesou o facto de não falar bem português.

27.4.06

Salazar


António de Oliveira Salazar
28-4-1889, Vimieiro, Santa Comba Dão / 27-7-1970, Lisboa

A verdade há-de ser restaurada!

Apesar de não ter conhecido o Dr. Oliveira Salazar e não ter vivido nesse tempo posso dizer que Salazar foi uma pessoa que, na sua época fez de Portugal um País do qual todos nós nos deveríamos. Penso que é fácil apercebermo-nos que Salazar foi uma pessoa que viveu para Portugal, ao contrário do que acontece hoje em dia com os políticos e isso é bem visivel. Ele não se aproveitou do seu cargo para subir na vida, mas sim para levantar o país da desgraça financeira e social em que Portugal estava. Quanto a outro aspecto muito importante, a segurança das pessoas, que todos os dias é posta em causa, com roubos e crimes, de certeza que com Salazar isso nunca aconteceria porque o respeito para com o semelhante era algo fundamental na formação de qualquer Homem e ainda hoje deveria sê-lo!

Muito mais poderia ser dito sobre Salazar, para mostrar à nova geração que às vezes tem uma ideia errada á cerca de Salazar, porque infelizmente há quem goste de mostrar apenas o seu lado negativo, deturpando a História.

Sim porque desde o 25 de Abril conta-se apenas um lado.

O período posterior à Revolução de 28 de Maio de 1926 permitiu que o Estado Novo conferisse a Portugal (quando a perspectiva histórica fizer uma leitura com isenção e descrever com verdade) uma longa época de paz social, de progresso económico, de restauração de valores nacionais duma grande nação soberana, multicontinental e plurirracial que Portugal era, baseada nos três maiores valores da Humanidade, Deus Pátria e Familia.

Mas espero que um dia a verdade seja restaurada, sabe Deus quando será o juízo da História. Porém, das perseguições, das calúnias e das deturpações constantes a que a sua imagem é sujeita, emerge o vulto de Salazar, na sua grandeza ímpar entre os Portugueses deste século. As verdades que ele serviu e o respeito que todos lhe devemos, são factos que hão-de ser alargados e a verdadeira História há de ser dada a conhecer a uma nova geração de Portugueses que lhe faça justiça.

25.4.06

O lado negro do 25 de Abril


O 25 de Abril foi há trinta e dois anos e não há a menor dúvida de que a revolução de 25 de Abril de 1974 foi o maior desastre que ouve em Portugal nos oito séculos e meio da sua História.
Isto porque a revolução dos cravos destruiu, de forma irreversível a nossa Pátria, acabando com Deus, Pátria e Família . Tal destruição transformou Portugal num País pequeno, pobre, com um crescimento económico anual perto dos 0%, que sobrevive com as esmolas estrangeiras e num País onde a marginalidade e a insegurança, a amoralidade e a corrupção tomaram conta dele. Essa destruição transformou também, o que foi o Ultramar Português em espaços de guerra, ódio, miséria, fome, morte e doenças que atrasou séculos, no seu percurso para a civilização.
Trinta e dois anos depois, temos de concluir que, o dia 25 de Abril de 1974 foi o pior dia da História do nosso País.
Todo o jogo político está minado. O facto de estarmos na UE destrói todo o jogo político e ridiculariza a democracia e a nossa Pátria, obrigando os políticos a mentir descaradamente ao povo português para que este não se aperceba que está a ser explorado. Isto é democracia? Acham que estamos melhor? Era isto que esperavam? Agora aguentem-se!!!
E se, como os políticos dizem, se foi o 25 de Abril que permitiu a adesão à então CEE, foi tambem a revolução dos cravos que permitiu que Portugal passase de país colonizador a colonizado...
Viva Portugal!!!

23.4.06

X- files e a teoria da conspiração




Os X-Files, conhecido como Ficheiros Secretos em Portugal é uma série de televisão de ficçã0 científica muito popular, exibida ao longo dos anos 90 .

Foi criada por Chris Carter, mesmo autor da série Millennium.

A série estreou em 1993, e muito do seu sucesso deveu-se aos dois actores principais, David Duchovny e Gillian Anderson, que desempenhavam os papéis de agentes do FBI, Fox Mulder e Dana Scully, encarregados de investigar fenómenos paranormais. Em determinados momentos da cronologia outros agentes fizeram parte dos X-Files.

Destes destaca -se o agente Spender.

Que na realidade, revelou-se ser filho do "Homem do Cigarro", principal antagonista da série (cujo verdadeiro nome era Charles G. Spender).


Com argumentos que falando de teorias da conspiração envolvendo alienígenas e encobrimentos governamentais de alto nível, a série conseguiu conjugar características de outras séries como The Twilight Zone e Twin Peaks.
Também abordava frequentemente temas mais místicos, como satanismo, relato de aparições de fantasmas, etc.


The X-Files tornou-se um êxito surpreendente, gerando um culto de fãs (conhecidos como "eXcers") tão devotos como os fãs de Star Trek, os trekkers. Existem centenas de sites dedicados à série.