Teoria da Conspiração

21.10.06

La Tunisie à travers les siècles



7000-4500 av. J.C.- Civilisation capsienne

814 a.v. J.C.- Fondation de Carthage

264-241 a.v. J.C.- Première guerre punique

218-202 a.v. J.C.- Guerre d'Hannibal

146 a.v. J.C.- Chute de Carthage

146 a.v. J.C. à 439- Africa, province romaine

363-374- Saint Augustin enseigne à Carthage

439- Prise de Carthage par les Vandales

533- Prise de Carthage par les Byzantins

647-698- Conquête musulmane de l'Africa

670- Fondation de Kairouan

698- Carthage devient province arabe

800-909- Règne des Aghlabides

909-1159- Règne des Fatimides et des Zirides

1050-1060- Invasion hilalienne

1159-1230- Règne des Almohades

1230-1574- Règne des Hafsides

1270- Saint Louis, créateur de la cathédrale Saint Louis, meurt à Carthage

1535- Prise de Tunis par Charles Quint

1574- La Tunisie devient province de l'Empire ottoman

1705-1881- Dynastie husseïnide

12 mai 1881- Avènement du Protectorat français

1955 - Proclamation de l'Autonomie interne de la Tunisie

20 mars 1956- Indépendance de la Tunisie

13 août 1956- Promulgation du Code du Statut Personnel (C.S.P.) qui fait de la femme tunisienne l'égale juridique de l'homme (interdiction de la polygamie et de la répudiation, égalité des droits face au divorce…)

25 juillet 1957- Bourguiba premier Président de la République tunisienne

7 novembre 1987- Zine El Abidine Ben Ali Président de la République tunisienne

19.10.06

Hora de oração...


A pedido de algumas pessoas começarei a postar mais coisas em Português.
Nada melhor que o contacto directo com uma sociedade diferente da nossa para nos apercebermos da diversidade cultural que existe no mundo. De facto, a minha primeira viagem à Tunisía em 2004, foi muito além de uma mera visita a um famoso destino turístico, fazendo agora parte da minha vida.
É uma exelente oportunidade de não só me deliciar com o seu encanto paisagístico, mas também de conhecer a fundo o “mundo Árabe”, através do contacto com uma cultura que, apesar de ser muito distinta da nossa, ainda manifesta traços históricos assentes em antigas civilizações europeias.


A Tunísia, apesar de ser o país mais ocidentalizado do norte de África, é fortemente caracterizado pela sua devoção ao Islão. É impossível ficar imune à sua grandiosidade, tanto a nível arquitectónico, como a nível devocional quando se visita, por exemplo, uma Mesquita na cidade de Kairouan (sendo Kairouan uma das cidades mais conservadoras da Tunisía). De facto, é um edifício imenso, com uma grande praça central, onde os espaços destinados à oração estão localizados á volta. Antes de cada oração, os fiéis devem-se lavar, para que fiquem purificados, pois só assim estarão aptos para rezar. A religião exige também que as mulheres cubram todo o seu corpo, impedindo qualquer tipo de contacto físico, e que, aquele que vai rezar, esteja descalço. É importante também referir que, os dois sexos não rezam no mesmo espaço, existem “salas” de oração distintas, tanto para mulheres como para homens, todas elas cobertas por tapetes.




O respeito e a prática religiosa são aspectos constantes em todo o país e que não passa despercebido a ninguém, existindo pequenas mesquitas por todo o lado.
Os cinco chamamentos para a oração, são também momentos marcantes no dia a dia de qualquer país Islâmico.
Enfim...o aspecto religioso é uma das caracteristicas que marca este povo, que embora com diferenças significativas que prevalecem, tem como objectivo o mesmo fim que todos nós, alcançar a Felicidade.
Há quem pense que o povo Árabe, todo ele é fundamentalista, contudo, nada receio ao afirmar que cada religião tem as suas especificidades, que as distinguem umas das outras, não tornando uma ou outra religião mais ou menos importante que as demais.
Não existe qualquer preconceito em relacão aos ocidentais e á religião Católica, por parte do mundo Islâmico, bem sei que isto é o meu ponto de vista, e que muitos irão discordar, mas para min, o grande “choque cultural” deve-se a questões políticas. Devemos salientar que Deus é o mesmo, com a diferença que o Islão apenas reconhece a figura de Jesus Cristo como um dos seus profetas. E faço questão de dizer que na Mesquita de Kairouan, a quarta mais importante cidade do mundo islâmico, num dos pilares existe uma cruz gravada na pedra, prova essa, da tolerância do islão.

18.10.06

Être femme en tunisie

Femme Tunisienne

Cas presque unique dans le monde arabo-musulman, le principe d'égalité entre hommes et femmes sur le plan de la citoyenneté et devant la loi est expressément affirmé dans les textes législatifs tunisiens.
Le principe de l'égalité entre l'homme et la femme est expressément garanti par les textes constitutionnels et législatifs tunisiens.Il est consacré dans la Constitution: "Tous les citoyens ont les mêmes droits et les mêmes devoirs. Ils sont égaux devant la loi" (article 6). La femme est électrice et éligible (selon les articles 20 et 21).Le Code du Statut Personnel (promulgué le 13 août 1956) a aboli la polygamie, institué le divorce judiciaire, fixé l'âge minimum au mariage à 17 ans pour la fille, sous réserve de son consentement et attribué à la mère, en cas de décès du père, le droit de tutelle sur ses enfants mineurs.Depuis le Changement du 7 Novembre 1987, un ensemble de mesures sont venues renforcer les acquis de la femme tunisienne.

La société Tunisienne


La société Tunisienne
La population tunisienne s'élève, à environ 9,9 millions d'habitants. Le taux de croissance démographique qui s'est établi à 1,08% est parmi les plus faibles du continent africain. La Tunisie est un pays ouvert et hospitalier. Sa terre est un véritable creuset où des populations et des civilisations de la Méditerranée, d'Afrique et d'Europe se sont rencontrées et se sont confondues. Ces brassages féconds ont modelé l'identité culturelle du pays et lui ont donné son cachet unique. La grande majorité de la population est musulmane et la religion officielle du pays est l'Islam. Les communautés juive et chrétienne pratiquent leur religion librement et contribuent à enrichir la diversité culturelle de la Tunisie.La population tunisienne est urbaine à plus de 63%. Le Grand Tunis, principal centre urbain du pays, abrite plus de deux millions d'habitants.
Villes principales : Tunís, Sousse, Sfax, Nabeul, Bizerte, Kairouan, Monastir, Mahdia, Gabès, Tozeur, Le Kef, Gafsa, Béja, Jendouba, Kasserine, Siliana, Médenine, Tataouine, Kébili, Sidi Bouzid, Zaghouan, Tabarka, Hammamet, Zarzis, Djerba...

17.10.06

الجمهورية التونسية


الجمهورية التونسية (ar)
République tunisienne (fr)


La Tunisie (تونس), ou République tunisienne (الجمهورية التونسية), est un pays du Maghreb bordé par la mer Méditerranée. Sa frontière ouest donne sur l’Algérie (965 kilomètres) et sa frontière sud-est sur la Libye (459 kilomètres). Tunis, sa capitale, est située dans le nord du pays.La Tunisie, qui possède 1 298 kilomètres de côtes, est une destination populaire pour les touristes européens qui visitent ses stations balnéaires, le Sud saharien et les sites archéologiques comme Carthage, Bulla Regia ou Dougga.


Devise nationale : حرية، نظام، عدالة
Horriya, Nidham, Adela
Liberté, Ordre, Justice

Langues officielles - Arabe littéral et Français
Capitale - Tunis 36°84'N, 10°22'E


Plus grande ville - Tunis
Président - Zine El-Abidine Ben Ali
Premier ministre - Mohamed Ghannouchi
Superficie Totale - 163 610 km²

Eau (%) - 5%
Population - Totale (2005) - 10 031 100[1] hab.

Densité - 63,80 hab./km²
Indépendance, Date - Ex-protectorat français20 mars 1956
Gentilé - Tunisien(ne)
Monnaie - Dinar tunisien (TDN)
Fuseau horaire - UTC +1 (été +2)
Hymne national - Humat Al-Hima
Domaine internet - .tn

Indicatiftéléphonique - +216

Indépendance de la Tunisie – La Tunisie célèbre ses 50 ans d'indépendance en cette année 2006 !

Titre : Armes de la République Tunisienne
Description : Les armes de la République figurent des allégories de la devise nationale :
- le navire pour la liberté ;
- le lion armé pour l'ordre ;
- la balance pour la justice.


Licence : Domaine public probable. En attendant confirmation : fair use (justifié car il s'agit de la reproduction conforme d'un symbole étatique, sans marque de la personnalité de l'auteur de cette image, et dans un but d'illustration de l'article).

Tunísia...

Pode-se pensar que o simples facto de escrever sobre a minha vida é um caso de vaidade, é difícil para um homem falar acerca de si próprio sem ser vaidoso, mas as postagem que se seguem, apenas contêm pouco mais do que a história de um País que já faz parte minha vida. Passarei a escrever muitas das postagens aqui colocadas em Francês sendo eu bilinque em Português-Francês e sendo a segunda uma das linguas oficiais da Tunísia juntamente com o Arabe Literário.
Aproveitarei também para dar a conhecer a Tunísia, a sua cultura, as suas tradições e as suas gentes.

Eu conheço um país...

In Revista Exportar
Portugal vale a pena
Nicolau santos,
Director adjunto do Jornal Expresso
Eu conheço e acho que você também conhece...

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.

Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.

E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.

E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).

Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.

Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.

Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.

E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.

Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.

É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.

Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.

Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque nãohão-de os bons serem também seguidos?

15.10.06

O regresso...

Há muito tempo que não escrevia aqui.
E verifiquei que até escrevia umas coisas de jeito. E que até tinha saudades de as escrever.
Estar de volta poderá então ser o tema de regresso. Parece-me um bom tema.
Vejamos.
Estar de volta pode ser bom. Pode ser nostálgico. Doce. Pode fazer reviver um passado que descobrimos de repente fazer-nos falta, naquele preciso instante em que por breves segundos o recuperamos inconscientemente das profundezas do nosso cérebro momentaneamente enganado pelo hábito.
Podemos regressar àquele sítio que fez parte da nossa vida durante algum tempo, mas que de todas as vezes que regressamos mentalmente nos preparamos para abandonar pela derradeira vez, pensando que desta é que é desta vez não vamos voltar nunca mais.
Também podemos regressar quando pensávamos que isso nunca mais ia acontecer ou que seria difícil acontecer o que no caso de umas férias de sonho pode ser empolgante, por exemplo.
Pode ser uma desilusão ... ou uma nostalgia.
Podemos voltar ao colo da nossa mãe, quando já temos idade para ser pais. E descobrir que ele continua exactamente do mesmo formato, com o mesmo cheiro e do mesmo tamanho do que quando éramos pequenos.
Podemos ainda voltar a reviver coisas que queríamos esquecidas para sempre. E isso pode ser uma catase temida mas necessária. Especialmente se descobrirmos que o que nos metia tanto medo e nos causava tanto sofrimento era criado apenas pela arte brutalmente imaginativa que a nossa memória tem para recriar o passado.
Podemos voltar a casa depois de mais uma aventura, depois da qual tinhamos saído em busca de uma mudança radical de vida ou vir a descobrir que a vida que desejámos e nunca tivemos afinal não era assim tão especial como isso.
Enfim, voltar é em geral bom...

É bom voltar.
Dolce far niente!!!